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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Projeto "Para te dar"


Pessoal, segue mais um pequeno projeto que montei e executei neste ano com a minha turminha de Maternal II - 3 anos (EDI Renan de Souza Leal). Projeto este para trabalhar de forma mais útil o Dia das Mães em sala de aula, ou seja, ao invés de ficarmos naquela mesmice de sempre: musiquinha, apresentação e presentinho... Enfim, resolvi colocar, digamos assim, mais conteúdo ao acontecimento!

Foram dias de emoção e aprendizagem embalados ao som da  famosa canção na voz de Tim Maia "Primavera", de Cassiano e Sílvio Rochael , porém na versão super original e criativa do Pato Fú (do álbum "Música de Brinquedo" - 2010).

Bem, segue o Projeto. Espero que gostem!



♥ Projeto Para te dar ♥

►Objetivos gerais:
  • Socialização – estimulando o trabalho em equipe em busca de um resultado em comum; 
  • Estimular a linguagem (oral e escrita) usando textos, música e audiovisual – compreensão e interpretação de histórias e músicas;
  • Estimular a expressão corporal - coordenação motora e lateralidade;
  • Estimular a criatividade, a imaginação e a expressão corporal; 
  • Estimular a apreciação e valorização do livro (leitura prazerosa); 
  • Estimular a prática da coordenação motora em diferentes atividades de recorte, colagem e pintura; 
  • Reconhecer tamanhos – grande/pequeno, maior/menor;
  • Reconhecer cores; 
  • Distinguir formas e imagens – igual/diferente; 
  • Reconhecer determinados vegetais e diferenciá-los (flores: jardim, verduras e legumes: horta, frutas: pomar).

►Objetivos específicos:
  • Trabalhar a data comemorativa - Dia das Mães;
  • Trabalhar a linguagem estimulando a criatividade a partir da leitura do livro "Se as coisas fossem mães", de   Sylvia Orthof
  • Trabalhar a família no contexto atual - os diferentes tipos de mães, as novas composições familiares;
  • Conhecer e valorizar o papel da mulher/mãe na família e na sociedade - O que sua mãe faz?; 
  • Trabalhar o nome próprio - da criança e da mãe;
  • Trabalhar a valorização do livro/leitura a partir da confecção de livro (para presenteas as mães) baseado no livro  "Se as coisas fossem mães", de   Sylvia Orthof ;

*Abaixo, as imagens utilizadas na confecção do livro (cada criança fez o seu) 
utilizando recorte, colagem, pintura e desenho:















  • Valorização das atividades  feitas em sala de aula (participação em parte da confecção - individual -da rosa de pano para presentear as mães, confecção de livro - individual, confecção da "rosa gigante" - coletiva - para todas as mães da escola para exposição dos trabalhos das turmas)
  • Conhecer e valorizar o contato e a relação de respeito à Natureza, estimulando preservação do meio ambiente, mostrando o quanto somos dependentes da Natureza, o quanto somos unos a partir das interpretações feitas durante a apresentação do curta-metragem animado "A maior flor do mundo" (2007, de Juan Pablo Etcheverry baseado em uma obra de José Saramago;


  • Trabalhar socialização, linguagem musical, expressão corporal, ritmo, coordenação motora e lateralidade nos ensaios e apresentação - com coreografia baseada na música "Primavera"  (de Cassiano e Sílvio Rochael) na versão genial da banda mineira Pato Fú -  para a comunidade escolar em uma homenagem ao Dia das Mães;





  • Trabalhar coordenação motora e interpretação de mensagem a partir da música "Primavera", buscando um link com o curta-metragem "A maior flor do mundo" usando os elementos "flor" e "rosa" que há em comum nessas mídias; 
  • Tornar prazeroso o processo de aprendizagem no ambiente escolar.



  • ♥Alguns registros do desenvolvimento do projeto com a turma♥


    Falando o nome da mamãe e carimbando a mãozinha para "te dar" numa rosa bem bonita:




    Confeccionando - abusando do verde - o cabo das nossas rosas:




    Montando nossas rosas de pano
    (minha auxiliar, Fátima Alves, mostrando suas habilidades artesanais):



    Confeccionando "A maior flor do mundo" para as mamães - Uma rosa gigante!




    Tudo pronto: Preparação para a apresentação - ensaios e muita tensão!



    Começou a homenagem! Que emoção!
    ♫♪" Trago esta rosa para te dar..." ♪♫
    (mais sobre essa festa em "Homenagem às mães" no Blog EDI Renan de Souza Leal)






    domingo, 3 de junho de 2012

    Minha turminha - 2ª Reunião com Responsáveis


    Responsáveis assistindo o vídeo com registros das atividades feitas na
    escola marcando o início da reunião - 01/06/2012.


      Reunião com os responsáveis é sempre motivo para ansiedade. Por muitas vezes ficamos apreensivos, na dúvida se vamos alcançar os objetivos estabelecidos e principalmente se vamos conquistar a parceria da família.

      Compartilho aqui minha experiência na 2ª Reunião com os Responsáveis da minha turminha deste ano. Junto com minhas auxiliares buscamos estratégias para nos fazermos entender de forma mais eficaz buscando a compreensão e parceria dos presentes, e para nossa grande alegria, inovamos e tivermos sucesso! Confira!


        Embora tenha repetido a estratégia de usar um vídeo com registros das atividades feitas dos últimos dois meses (que sempre dá muito retorno), desta vez decidimos (eu e minhas auxiliares) mudar o horário - que na última reunião havia acontecido às 11h e 30min, para às 15h e 30min, que acabou em aprovação (tanto da equipe, quanto dos responsáveis), uma vez que aumentou consideravelmente o número de responsáveis presentes.



       De início o vídeo, como mencionado anteriormente, até que as pessoas fossem chegando aos poucos, e após o início dos diálogos - críticas, sugestões e dúvidas, onde as questões foram divididas em 5 (conforme apresentado na imagem acima), a participação foi muito maior do que na primeira reunião e os responsáveis presentes demonstraram bastante interesse nas questões abordadas, trazendo inclusive, falas e comportamentos das crianças em casa que faziam uma ponte com o que estava sendo trabalhado em sala.

        Além dos assuntos de praxe e da pauta em si, acrescentamos à reunião as informações sobre a Festa Julina, pedindo aos responsáveis que participem desse acontecimento, contribuindo com a divulgação do evento, com a venda das cartelas de votos para a eleição do Rei e Rainha do Milho, das rifas, das doações para o brexó e para a pescaria, sorteios e principalmente com a conscientização das crianças e da comunidade sobre o tema principal dessa festa: SUSTENTABILIDADE. Acontece que a base dessa festa é a reciclagem - todos os enfeites serão feitos com garrafa pet, caixas de papelão, jornal, revistas, entre outros e para isso precisaremos de arrecadação desses materiais, onde entrará as turmas com a gincana: as crianças de cada turma trarão garrafas pet e latinhas de alumínio que serão pesadas até a divulgação do resultado no dia da festa. Toda a arrecadação feita será usada na festa que prepararemos para o Dia das Crianças. Todos os presentes pareceram aprovar e gostar do ideal da festa e se comprometeram em nos ajudar, inclusive autorizando as crianças a dançarem na quadrilha.

    Diferente da primeira reunião, esta estava com um número maior de presentes,
    além de uma participação mais segura  em ambas as partes.

       Todos os assuntos esgotados, chegou o momento da mensagem a ser deixada para reflexão. Porém dessa vez resolvemos inovar: Ao invés de uma leitura formal de alguma parábola, a minha auxiliar Fátima Alves, que é maravilhosa contadora de histórias (e tem um super repertório), nos contou uma de sua autoria para que pudéssemos refletir sobre a questão da mentira e as suas consequências na vida de uma criança. A resposta dos presentes foi incrível; após aplausos, surgiram diversos comentários - contidos e não contidos - e reflexões logo depois. Alguns responsáveis não quiseram se pronunciar na frente dos presentes, mas ainda assim me procuraram depois para fazer seu comentário sobre... Ou seja, nosso objetivo foi alcançado e com sucesso nessa 2ª reunião: Ficamos muito felizes e com a cabeça cheia de ideias para as próximas reuniões! Aguardem!

    Fátima Alves em sua performance especial
    para nos contar sua história "Pra não morrer de fome".



    ♦Mensagem aos Responsáveis

    Pra não morrer de fome... 
    (Fátima Alves)

    Esta historia se passa nos anos 70, nordeste do país, uma família de classe baixa e com inúmeros filhos... a caçula chama-se Maria... 

    Maria e seus muitos irmãos viviam com certa modéstia, o pai trabalhava, a mãe cuidava da prole, todos estudavam em um colégio tradicional, de freiras, em condições de bolsistas, em meio a muitas crianças abastadas de famílias ricas. 

    A escola ficava na mesma rua em que morava, mas iam de ônibus, da própria escola, que passava pontualmente em sua porta. 

    Em casa, a mãe ensinava, com zelo, como fazer economia e dizia: 

    - Desperdiçar comida é pecado, Deus castiga! Coma tudo pra não sobrar, por que criança que não come tudo nas horas certas, morre de fome! Comam, comam! 

    Maria, como disse a caçula, tinha por sua mãe uma adoração suprema e obedecia todos os seus ensinamentos. 

    Certo dia, ao irem para a escola, na correria comum de todo dia, Maria esquece sua merenda bem em cima da mesa da cozinha. Todos levavam suas lancheiras com sua própria merenda, pois o colégio não dava alimentação, quem não levasse de casa teria que comprar na cantina. 

    A menina nem se deu conta, tamanha era a pressa por não perder o ônibus escolar... 

    O tempo na aula era lento de se passar, tinha aula de canto, de artes, de matemática e até de religião, foi exatamente nesta aula em que Maria lembrou da lancheira que esquecera. “E agora?”, pensou ela, “Como vou fazer na hora da merenda, sem minha lancheira vou morrer de fome! E agora?!” 

    Maria entristeceu... 

    Ficou, o que para ela pareceu uma eternidade, pensando como solucionar este problema, afinal, não queria morrer de fome e entristecer sua mãe com tamanha desobediência, nem irritar seu cansado pai com tamanha irresponsabilidade. Coisa difícil de assimilar em uma cabeça tão jovem. 

    Depois de muito pensar e, de quase chorar, Maria virou-se para sua companheira e amiga de turma, Carolina, e disse: 

    - Carol, você precisa me ajudar, não posso morrer de fome aqui! Vamos fazer o seguinte: Digo que preciso ir ao banheiro e você vai comigo, enquanto você vigia a porta pra ninguém entrar, eu pulo pela janela e corro até o portão da escola, saio sem ser vista e vou até em casa buscar minha lancheira. Vai dar tudo certo, eu morro aqui pertinho, vou e volto rapidinho, como e não morro hoje! 

    Porém, o que parecia ser pertinho para Maria era, na verdade, uma extensa rua, comprida mesmo, que se tornava curta pela velocidade em que o ônibus escolar a percorria. Mas, Maria e Carolina, decididas a por fim na aflição de crer que ela morreria de fome caso não merendasse, puseram o plano em ação. 

    Tendo conseguido sair da escola, Maria danou-se a correr. Correu, correu, correu que já não aguentava mais, suas perninhas finas e pequenas estavam dormentes, o nervoso era tão grande que a pobre menina nem olhou para trás, nem tampouco percebeu que havia passado de sua casa de tanto que correra... Ainda teve que voltar uns 200 metros. 

    Mas quando se viu diante do portão de sua casa o susto gelou seu corpo todo. 

    Era que sua mãe estava na varanda conversando com o motorista do ônibus escolar, olhou pra trás e então, percebeu que bem na frente da casa estava parado o bendito ônibus da escola. A menina sentiu uma vertigem subir-lhe a cabeça! A mãe gritou: 

    - Maria, sua moleca, onde você estava? Tá ficando doida? Como você foge da escola assim? Quer me matar de susto? 

    Ops! Pensou Maria: “Não meu Deus, já bastava eu morrer de fome, agora vou matar minha Mãe também? Papa 

    Por fim, a Mãe, Maria, o motorista e o ônibus, voltaram para a escola, mas a lancheira ficou lá mesmo, sob a mesa da cozinha. Maria chorou por todo o caminho, quando lá chegou, ainda chorava, mas conseguiu ver sua amiga Carol de costas, ajoelhada sobre o milho e rezando um terço enorme... Este, também foi seu castigo! 

    Ambas ficaram ali, chorando, rezando e sofrendo com o esmagar dos milhos embaixo de seus pequenos e frágeis joelhos, até o fim do dia, quando acabaram-se as aulas e todos se dirigiram ao ônibus para voltar a suas casa. 

    A noite, o pai chegou, soube do fato ocorrido e tascou-lhe uma surra de cinto, a segunda do dia, pois sua mãe já havia lhe dado umas chineladas ao chegar em casa. 

    Maria, triste, chorosa, dolorida e decepcionada tentava dormir, mas que nada, ela não conseguia entender o porquê havia sido castigada daquela maneira, afinal, só queria obedecer os ensinamentos de sua mãe, evitar tantas mortes... 

    Em sua batalha pela compreensão e aceitação do castigo, lembrou-se de uma coisa importantíssima: Não havia comido nada o dia inteiro! 

    Mas pensou Maria: “Se eu nada comi, nem na escola, nem em casa (pois, parte do castigo foi ficar sem jantar) como eu ainda não morri?” 

    Assim, paro aqui esta historia, sem finalizar mesmo, para que você que leu ou que ouviu os fatos, conclua como melhor lhe parecer ou ainda, como entender o que aconteceu a Maria depois deste dia... 

    Boa noite, Maria!




    ►OBS.: A performance da Fátima contando a história foi filmada. Assim que eu conseguir postar o vídeo no YouTube (pois estou com dificuldades, está enorme!) coloco o link aqui!

    sábado, 5 de maio de 2012

    Projeto Dias de Índio


    Pessoas, segue abaixo o resultado do meu "Projeto Dias de Índio" (também postado no blog EDI Renan de Souza Leal), no qual trabalhei intensamente com a minha turma (Maternal II) os conteúdos pertinentes fazendo links com a cultura indígena brasileira.


      Bem, como gosto muito e acho de suma importância a valorização da cultura indígena (sinceramente, acho que as escolas brasileiras trabalham muito superficialmente questões relacionadas), gostaria de compartilhar aqui no blog a minha experiência - muitíssimo bem sucedida! (*Tanto que virou até trabalho para uma das minhas disciplinas da Pós-graduação!)

     Foram dias produtivos e divertidíssimos. De início não puderia ter previsto tamanho envolvimento da turma, mas quando engatamos as primeiras atividades já ficou bem evidente o que estava por vir...

      Tentei resumir o projeto em palavras "pedagógicas", caso queiram adaptá-lo:



    ☻Projeto Dias de Índio☻


    Objetivos gerais: 
    • Socialização – estimulando as relações de coleguismo, de amizade e cooperação; 
    • Estimular a oralidade usando livro, música e audiovisual – compreensão e interpretação de histórias, cantar músicas; 
    • Reconhecer o ritmo na música; 
    • Estimular a linguagem e a expressão corporal – danças e imitações; 
    • Estimular a apreciação e valorização de objetos artesanais. 
    • Estimular a prática da coordenação motora em diferentes atividades de recorte, colagem e pintura; 
    • Reconhecer tamanhos – grande/pequeno, maior/menor,; 
    • Reconhecer quantidade - mais/menos; 
    • Reconhecer cores; 
    • Distinguir formas e imagens – igual/diferente; 
    • Distinguir características físicas do homem e da mulher; 
    • Diferenciar paisagens – natural e modificada.
    Objetivos específicos: 
    • Conhecer e valorizar a cultura indígena – hábitos, costumes e artes; 
    • Reconhecer a cultura indígena como parte integrante de nossa cultura; 
    • Valorizar a diversidade racial do povo brasileiro e propiciar o respeito à diferença racial e cultural; 
    • Conhecer e valorizar o contato e a relação de respeito à Natureza, próprios da cultura indígena, estimulando preservação do meio ambiente; 
    • Valorizar a sabedoria dos mais velhos na transmissão de conhecimento através da oralidade; 
    • Tornar prazeroso o processo de aprendizagem no ambiente escolar.



    Desenvolvimento com a turma

    *Para facilitar o entendimento, dividi, por assim dizer, o projeto em três eixos (mídias utilizadas): Texto, Audiovisual e Música.
    **Coloquei  links em tudo o que pude encontrar na web (músicas, vídeos, entre outros).


    ☺Texto
    Capa do livro utilizado: "Queno-Curumim"

    ► Queno-Curumim, de José Américo de Lima 
    Objetivo: Trabalhar a relação de respeito e preservação que os indígenas tem com a natureza. 
    Atividades: Fazer a leitura para a turma e posteriormente a interpretação; pedir que as crianças recontem a história

    ► Versão resumida (feita para a turma) dos romances O Guarani e Iracema, de José de Alencar 
    Objetivo: Trabalhar as características físicas dos personagens indígenas dessas obras: Peri e Iracema – masculino e feminino. 
    Atividades: Fazer coletivamente nossos Peri e Iracema usando alunos como molde – recorte, colagem e pintura. 

    ☺Audiovisual

    ► Curta metragem de animação Ilya e o fogo, de Caetano Curi 
    Objetivo: Trabalhar valorização da sabedoria dos mais velhos na transmissão de conhecimento através da oralidade - lenda indígena que conta a aquisição do fogo pelo homem. 
    Atividades: Assistir ao vídeo fazendo comentários/questionamentos pertinentes a história. Conduzir a interpretação da história. Pedir que os alunos recontem a história.

    ►Curta metragem de animação Brincando na Aldeia, da Animazul (2006) 
    Objetivo: Trabalhar as características de uma aldeia e os costumes indígenas. 
    Atividades: Assistir ao vídeo fazendo comentários e questionamentos pertinentes a história. Pedir que os alunos recontem a história dramatizando algumas cenas. Conhecer o CUITÉ e fabricar coletivamente as nossas cuias de cuité.

      


    ►Videoclipe Indiozinhos, do DVD “A Galinha Pintadinha”
    Objetivo: Trabalhar corpo, movimento, linguagem e quantidade. 
    Atividades: Dançar e cantar. Atentar para a animação do clipe – mais/menos índios na canoa.

    ►Áudio musical com imagens de índios brasileiros em seu habitat natural Amazonas - Índios do Brasil, postado no canal do YouTube Mundiverso
    Objetivo: Trabalhar as características, vestimentas e habitat dos indígenas através de imagens de índios brasileiros. 
    Atividades: Conhecer a imagem real dos índios brasileiros, identificar elementos que compões seu habitat natural, seus objetos e vestimentas. Observar as características físicas desses índios. 


    ☺Música

    ►Chegança, de Antônio Nóbrega (álbum “Pernambuco Falando para o mundo”, de 1998); 
    ►Mestre Guia, de Mestre Ambrósio (álbum “Terceiro samba”, de 2001); 
    ►Espírito da mata, de Mestre Ambrósio (álbum “Terceiro samba”, de 2001); 
    ►Vó cabocla, de Mestre Ambrósio (álbum “Fuá na casa de Cabral”, de 2000). 

    Objetivo: Trabalhar corpo, movimento e linguagem – dançar e cantar. Relaxamento. Identificar alguns instrumentos na música. Reconhecer o ritmo da música. Conhecer e o instrumento indígena Pau-de-chuva. 
    Atividades: Deitar, fechar os olhos e ouvir a música. Imaginar cenas relativas ao cotidiano indígena. Acompanhar o ritmo da música com palmas e pés. Conhecer, ouvir e manusear o Pau-de-chuva. Conhecer uma sonoridade próxima a das músicas indígenas. 


    Registros das atividades

    ☻Fabricando nossos personagens - Peri e Iracema:

    Desenhando os personagens a partir de modelos (Peri: Rychard e Iracema: Raquelly)
    Vestindo nossos personagens
    (trabalhando gênero - masculino e feminino, partes do corpo, vestes e características físicas indígenas)  

    Peri e Iracema prontos
    (trabalhando gênero - masculino e feminino, partes do corpo, vestes e características físicas indígenas) 


    ☻Conhecendo o CUITÉ e fazendo a nossa arte:

    Imagens utilizadas para mostrar a árvore que dá o cuité.
    Conhecendo o cuité (trabalhando tamanho, peso, cor, tamanho)
    Abrindo o cuité (trabalhando forma, aberto/fechado, dentro/fora, cheiro, textura)
    Cuité aberto (trabalhando peso, vazio/cheio, cheiro, forma)
    Pintando o cuité (trabalhando coordenação motora, cores, lados - de dentro, de fora)

    Fazendo o acabamento das cuias (Érica - P.E.I. e Fátima - A.A.C.)
    Conferindo o resultado do nosso trabalho
    (trabalhando valorização da arte, artesanato e objeto indígena, dentro/fora, forma, fechado/aberto)


     ☻Conhecendo (e trabalhando) a aroeira, o café e o urucum:

    Conhecendo a aroeira e o café (trabalhando as utilizações do vegetal, cheiro)
    Conhecendo o urucum e o café (trabalhando as utilizações do vegetal, cheiro, cor)


    ☻Conhecendo o Pau-de-chuva:

    Curtindo o som do Pau-de-chuva (trabalhando som, ritmo, forma)

    Vídeo feito, a partir de fotos e pequeno vídeo, enquanto eles exploravam o pau-de-chuva.
    *Música utilizada: "Mestre Guia", de Mestre Ambrósio (álbum "Terceiro samba", de 2001).


    ☻Conhecendo mais sobre a cultura indígena:

    Assistindo aos curtas animados "Ilya e o fogo" e "Brincando na aldeia".



    ☻Virando Índio, formando a tribo:

    Telma  (A.A.C.) pintando os curumins
    Érica  (P.E.I.)  juntando a tribo para a festa


    ☻Dia de festa. A tribo feliz da vida!
    (Veja mais sobre este dia na postagem feita no blog EDI Renan de Souza Leal: